Feeds:
Posts
Comentários

Pra mim, o Fluminense que não foi superior ao Palmeiras. Teoricamente mais forte e mais bem preparado, o Fluminense não soube aproveitar a situação que eles passavam e a que nós, palmeirenses passavamos.

Aos olhos de quem quer ver, nosso time não vinha apresentando um futebol tão consistente e sólido quanto o apresentando pelo time carioca.

Pisaram na bola e o Palmeiras, como sempre, na raça soube tirar proveito da fragilidade tricolor. Resultado, empatamos merecidamente.

Como disse o Birner, “A garra palmeirense foi recompensada no fim. Isso, no esporte, se chama superação, não injustiça.”

Já fora e muito longe da semifinal do Paulistão, o Palmeiras entrou em campo não só para cumprir tabela, mas também para fazer os testes necessários com os reservas e novos contratados.

Num Palestra Itália lotado (apenas de água) pelas fortes chuvas, os garotos do Palmeiras entraram em campo querendo mostrar serviço ao professor Zago. Entretanto, as condições do estádio, afundaram os planos dos jogadores e de Antônio Carlos que foram dormir com o empate sem gols e sem mudança na tabela.

Os poucos torcedores que compareceram ao estádio, puderam conferir novamente o maltrato que vem sofrendo a bola nos jogos do Palmeiras. Um show de passes errados, cruzamentos vazios, poucos lances interessantes e chances de gol. O normal de um jogo do Atual Palmeiras. Jogo em que o personagem principal foi o encharcado Palestra que atrapalhou, e muito, a troca de passes das equipes.

Não tinha como acertar um passe porque a bola parava na água. Não tem como fazer uma avaliação, favorável ou desfavorável, de qualquer jogador – Deola, goleiro

No segundo tempo, com o aumento da chuva, o técnico Antônio Carlos Zago decide mexer no time na esperança de que os titulares Diego Souza, Edinho e Robert pudessem alterar o marcador. Em vão. Com poças ainda maiores, o resultado de zero a zero foi sacramentado.

O campo estava pesado. Deu tudo errado. Mas não vamos baixar a cabeça, vamos continuar tentando mostrar o nosso potencial no jogo contra o Paulista para continuarmos no grupo – Gabriel Silva, lateral.

Não que a situação do Palmeiras seja boa, pelo contrário, mas, mesmo sabendo do posicionamento em relação ao Paulista, vou ter alfinetar: Mais um jogo no Palestra Itália que acaba em empate diante de um time não tão “tradicional” e  que coroa o Verdão como Robin Hood.

Perdemos muitos pontos em casa contra times como o Ituano, a Portuguesa, o Mirassol. No Palestra Itália, a ideia é que você sempre consiga os três pontos, e no Paulistão a gente não fez isso – Danilo, capitão do jogo.

Após uma eliminação precoce no Paulistão e os maus resultados dentro do Palestra Itália, o Palmeiras enfim eliminou (temporariamente) o fantasma do Palestra e o (bicho) Papão de uma só vez.

Não que tenha sido um ótimo jogo mas, sem dúvida alguma, este foi o melhor jogo da equipe dentro de casa e, o futebol apresentado, foi o suficiente para despachar o Paysandu com a vitória por 1 a 0.

Classificado para as oitavas de final da Copa do Brasil, o Palmeiras aguarda seu adversário, Atlético Paranaense que se classificou em cima do Sampaio Correia na última quinta feira.

Farías em Pauta: Palmeiras volta a falar do atacante Ernesto Farías. A quase contratação em fevereiro havia sido frustrada graças a uma suspensão de Hulk, companheiro de ataque do argentino. Palmeiras tenta novamente a liberação do jogador junto ao Porto. Ao que parece Gilberto Cipullo já teria conversado com Gustavo Arribas, empresário do jogador, e estariam aguardando a liberação do Porto. Entretanto, para Cipullo, ainda é muito cedo para negociarem.

“Eu preciso de um atacante para imediato e o Farías está voltando de lesão, não tem sido muito aproveitado. Vale lembrar também que não sabemos se o Porto vai liberar o jogador. Eu acho muito complicado” Gilberto Cipullo.

Feliz infelicidade: Diego Souza, mesmo feliz com o interesse do Sporting em contratá-lo, disse estar “feliz” no Palmeiras.

Avisa pra ele que quem não anda muito feliz é a torcida com a sua falta de consistência e de comprometimento nos jogos.

Um dois, feijão com arroz: Segunda-feira Gilberto Cipullo  revelou o problema no pagamento de dois meses de direito de imagem que o clube deve aos atletas. Algo que, como jogadores e diretoria falaram, não é privilégio do Palmeiras.

“Não é o Palmeiras que está atrasado. É o Brasil” – Gilberto Cipullo

“O que aconteceu não foi por falta de dinheiro, até porque aqui ninguém está morrendo de fome” – Robert.

Já que é assim, está passando da hora de mostrar o famoso “feijão com arroz” dentro de campo.

Ronaldi…digo, Bruno: Ainda sem poder contar com o Lincoln, Cleiton Xavier e  o atacante Éwerthon, o técnico Antonio Carlos Zago relacionou Bruno Paulo, Vinícius e Ivo para o jogo desta quarta feira contra o Paysandu.

Muito animado, Bruno Paulo espera estrear e fazer diferença. Vinícius poderá ser o parceiro de ataque de Robert enquanto Ivo segue no meio-campo.

Tempo ao tempo: Em meio à reclamações pela falta de um jogador de referência no ataque e um “bom” zagueiro (Muricy deixou legado), Antônio Carlos segue pedindo tempo para arrumar a casa.

“A gente não tem tempo para treinar durante a semana. Sabia que ia ser difícil. Disse que quando tivermos tempo, veremos uma equipe diferente. Isso só vai acontecer após o Paulista quando teremos quase quatro semanas para trabalhar” – Antônio Carlos Zago.

Pedir jogador, pedir tempo. Parece até que já li isso antes. Só espero que esse tempo, que Zago tanto pede, não venha de uma desclassificação na Copa do Brasil.

Convite Especial: Antônio Carlos, técnico do Verdão, pede que a torcida compareça ao Palestra Itália nesta quarta para o confronto contra o Paysandú

“Nunca ninguém pediu paciência ao torcedor do Palmeiras. A gente pede que o torcedor volte a apoiar para que possamos reviver dias de glórias com o time em sintonia com a torcida.” – Antônio Carlos Zago.

Esses convites de Zago e dos jogadores já me soam a furada. Toda vez que pediram para a torcida comparecer, passamos vexame em casa.

Aos que vão boa sorte. Aos que não vão boa sorte.

Medo de um Desastre: Um empate separa o Palmeiras da classificação para as oitavas de final da Copa do Brasil, mas para Robert, ainda há risco de eliminação do time.

“Risco, é possível, vamos jogar contra uma equipe que vem com tudo. Temos que entrar determinados, sabemos do risco, temos que fazer o gol cedo para ficar mais tranquilo. Com certeza perder esse jogo contra o Paysandu, para mim, será muito ruim. Ficar fora da Copa do Brasil será feio.”

Espero que este medo não se reflita num mau desempenho afinal, já estamos fora do Paulistão, ficar fora também da Copa do Brasil só agravaria a crise.

Bicho Papão: O Papão vem ao assombrado Palestra para botar medo e sair com a classificação diante do Palmeiras. Para isso, o técnico Charles Guerreiro pretende aproveitar o mau momento vivido pelo Verdão:

“O momento do Palmeiras não é bom e, de repente, dá até para tirar proveito desse tipo de situação, pois o momento do Paysandu é bom, principalmente depois de uma vitória” – técnico Charles Guerreiro.

Acho essa combinação de Palestra Itália fantasma, Bicho Papão meio perigosa. O fato é que ninguém mais tem respeitado o Palmeiras.

FORA CIPULLO: Após ser crucificado por Deus e o mundo, pela situação do time alviverde, torcedores criaram o site Fora Cipullo.

O site, recém lançado, já ganhou espaço na mídia e consta, até o momento, com quase 1.500 assinaturas. Dependendo do resultado amanhã esse número pode quadruplicar.

Paciência: Com todo o respeito… paciência tem limite e a torcida já se cansou de ser convidada para ver vexame. É fato de que não podemos crucificar sem olhar mais criticamente para este jogo. Jogadores e comissão técnica já haviam declarado que o foco seria a Copa do Brasil e, assim como vários blogs e jornalistas haviam afirmado, a participação do Palmeiras no Campeonato Paulista se dá apenas para cumprir tabela e para se prepararem para os demais campeonatos. Coisa mais certa a ser feita.

Morte à Belluzzo: Outro ponto é a ridicularidade de certos aproveitadores ameaçarem de morte o presidente Belluzzo. Não acredito que a nossa maravilhosa torcida tenha uma mentalidade tão ridícula. Se, numa remota possibilidade, tenha partido de algum palmeirense, lamento muito que alguns pensem que esta será a solução de nossos problemas.

“Apequenamento”: Por falar em ridículo, é ridículo que algumas pessoas da mídia tenham citado “apequenamento” em relação ao Palmeiras. Talvez alguns desses jornalistas sejam novos e não tenham se dado ao trabalho de conhecer, realmente, o Palmeiras.

E realmente, todas as equipes grandes, em sua história, algum dia ficaram pequenas. Natura de um momento delicado mas, apequenar um time de história como o Palmeiras, é meio difícil de se digerir.

Apresentação: Vitor “Valorizado” e Bruno “Ronadinho” Paulo foram apresentados nesta segunda-feira. Bem, tenho minhas dúvidas quanto ao valor do Vitor e quanto à qualidade de Bruno mas, atualmente, qualquer ajuda é bem vinda.

Sporting e Diego Souza: Um passarinho (imprensa) disse que o Sporting, de Portugal, estaria interessado no meio campista mas, segundo um outro passarinho (Savério Orlandi), não houve proposta concreta. Entretanto, Olrandi não descarta a saída do D7 caso haja um comum acordo entre o empresário do jogador e a Traffic.

Diego é um jogador acima da média mas, acho que seria uma boa a saída do meia. Tido por muitos como pipoqueiro e flamenguista (os tricolores do rio que o digam), não tem apresentando um futebol consistente no grupo palestrino. Talvez fosse uma boa para as duas partes.

Palavras amigas: Depois de treinar os Bafana Bafana nas dependências alvi-verdes, nesta segunda-feira, o técnico Carlos Alberto Parreira foi levar palavras de otimismo ao comandante do Palmeiras:

“A mensagem que passei ao Antônio Carlos é que o futebol é um esporte de momentos, bons ou ruins. Não se pode ficar empolgado demais com os bons e nem se deixar derrotar ou abater com os ruins. Com certeza a volta por cima virá”

De fato, algum dia. Agora sabe-se lá quando.

Antes mesmo de começar o jogo, torcidas organizadas protestavam fora do estádio do Palestra Itália com várias faixas direcionadas à diretoria, presidência e aos jogadores, congestionando boa parte da entrada principal do estádio. Com apenas 3.772 torcedores e sem o apoio das torcidas organizadas, o Palmeiras fez o que pode para segurar o empate de 1 a 1 contra o Marisol, dentro de casa.

Mesmo sem Diego Souza, Ewerthon e Lincoln, logo aos 5 minutos do primeiro tempo, Robert marca para o Palmeiras, após pênalti sofrido por Cleiton Xavier. Com maior posse de bola, o verdão criava boas oportunidades de gol através de Cleiton Xavier mas, como de costume não conseguia finalizar e desperdiçava lances que poderia definir um resultado mais satisfatório ao time da casa.

Na segunda etapa, o jogo se inverte e a posse de bola passa ser do time visitante que, se aproveita da ausência de Cleiton Xavier e do perdido futebol do Palmeiras para que Pablo Escobar só tivesse o trabalho de escorar para o fundo do gol.

Sem espantar o fantasma do Palestra Itália, o time Robin Hood demonstrou sua novamente fragilidade e cedeu o empate por 1 a 1 ao Mirassol e somando apenas 24 pontos ficando agora, sem nenhuma chance matemática de classificação.

Ao coro de “Vergonha, vergonha. Time sem vergonha”, o jogador da vez a explicar o drama enfrentado pelo time, foi o zagueiro Léo. Que ao final pediu o apoio da torcida no jogo de quarta-feira:

Precisamos pedir e ter paciência para seguir em frente, focando tudo para a partida contra o Paysandu, na quarta-feira. – Léo

Após o jogo, o técnico Antônio Carlos e Gilberto Cipullo justificaram o jogo dizendo ser parte do planejamento para a Copa do Brasil e o Brasileiro:

Temos que voltar nossas forças para a Copa do brasil, infelismente as criticas vão aparecer, mas temos que continuar nos preparando e trabalhando para a Copa do Brasil e o Campeonato Brasileiro. – Antônio Carlos

O jogo serviu apenas para fazer experiências, para lançar jovens e alguns que estavam sem ritmo, como Anselmo e o Maurício Ramos. Faz tempo que isso não ocorria – Gilberto Cipullo.

Pois é, enquanto isso vamos sofrendo.

Eclipse Mortal - Palmeiras

O único filme visto na Fonte Luminosa foi o "Eclipse Mortal" do time do Palmeiras.

Na Fonte Luminosa, Apagão. Antes mesmo da bola rolar na Fonte Luminosa, a ausência de luz parecia prever o “apagão” daquela pena luz (no fim do túnel) de esperança em se classificar para a próxima fase do Paulistão.

Para continuar na lutam, restava ao Palmeiras ganhar do, até então, lanterna (mais um) Rio Branco. Entretanto, em empate sólido por 2 a 2, o Verdão fica praticamente sem chances matemáticas de classificação frustrando ainda mais os  poucos torcedores que ainda acreditavam.

Logo aos 18 minutos do primeiro tempo, o Palmeiras abriu o placar com Diego Souza que, já havia levado cartão amarelo. Parecia que o resultado positivo iria assegurar o Palmeiras na briga (matemática) pela segunda fase do Campeonato Paulista. Todavia, 3 minutos depois, o Rio Branco empatou o jogo com Alex Terra e virou com Romarinho, apenas 2 minutos após o empate, mostrando novamente, a fragilidade da zaga palmeirense. Tudo apontava para mais um vexame alviverde.

Atrás do placar, a equipe se desespera (como sempre) e deixa de lado a técnica para buscar o empate na coragem na coragem. Em bela jogada em conjunto, Robert fez tabela com Ewerthon que chutou na saída do goleiro, empatando a partida novamente.

A gente tomou dois gols onde não podia tomar, mas a gente está no jogo ainda e tem um tempo para ganhar – Diego Souza, na saída para o intervalo.

Infelismente 45 minutos não foram tempo suficiente para que o Palmeiras virasse o jogo

No segundo tempo, em ritmo devagar, quase parando, o técnico Antônio Carlos coloca Lincoln, Lenny e o estreante Vinícios, em busca do terceiro gol. Mesmo com maior posse de bola, a equipe palmeirense não consegue virar o jogo e encerra a partida com empate fora de casa.

Após o término do jogo, o repórter Alex Müller da Bandeirantes, perguntou ao zagueiro Danilo, se, com esse resultado, o Palmeiras estaria eliminado e sabem o que ele respondeu?

Estamos eliminados faz tempo – Danilo

Ao Palmeiras resta agora, aproveitar os últimos jogos em que cumprirá tabela, para se preparar melhor para a Copa do Brasil e o Campeonato Brasileiro afim de que nestas competições não se enterre de vez.

O Palmeiras vinha de três vitórias consecutivas. Vinha de uma semana de alegria, de jogadores recebendo premiações, de jogadores chamando a responsabilidade pra si, de torcida e time acreditando numa possível classificação para a próxima etapa do campeonato; de jogadores convidando, novamente, a torcida para prestigiar e impulsionar o time.

Pois é, e a torcida como sempre, foi…

Era uma bela tarde, a torcida muito animada e esperançosa de que naquele sábado conseguiríamos, após sofríveis jogos, comemorar uma vitória em casa. Zago tinha à sua disposição o que temos de “melhor”, exceto Lincoln com problemas musculares.

A partida começou com uma Ponte Preta armada num 4-5-1, forçando o Palmeiras partir para o ataque. Exercendo muita pressão, o Palmeiras passou a comandar as a partida e recuando cada vez mais o time da Ponte Preta. Trabalho extra para o goleiro Eduardo Martini, que fechava o gol.

A Ponte passa a nivelar o jogo no meio campo mas, mesmo assim, sem levar perigo ao Palmeiras. Ao contrário do time alvi-negro, o Verdão continuava a dar trabalho ao goleiro da Macaca até o minutos finais do primeiro tempo.

No segundo tempo, como era de se esperar, o Palmeiras voltou buscando o gol logo nos primeiros minutos, principalmente pela esquerda com Armero e Cleiton Xavier. A Ponte Preta, agora com Finazzi no ataque, se defendia ao máximo como Heitor se defendia de Aquiles. Os contra-ataques da Macaca passavam a incomodar o Palmeiras que, infelizmente, não conseguia marcar.

Enquanto o Palmeiras seguia abusando dos cruzamentos na área ponte pretana, a equipe de Campinas afastava todas as bolas. A torcida palmeirense pedia para Antônio Carlos mudar o time. Enquanto uns apoiavam, outros entoavam o coro ao técnico Antônio Carlos Zago: “Burro!”

Com contra-ataques bem organizados por Tinga, a Ponte parecia achar a liberdade que precisava na casa do adversário e aos 30 minutos, abriu o placar com o zagueiro Diego, que aproveitou rebote dentro da área para marcar.

Lenny e Ivo entram nos lugares de Edinho e Pierre mas, logo no minuto seguinte, Tinga cruza pelo lado esquerdo para Finazzi que desviar para o gol.

Perante aos olhos dos fieis torcedores, o Palmeiras sucumbia novamente, dentro de sua própria arena. Em silêncio, boa parte da torcida palmeirense começava a deixar o estádio.

Já nos acréscimos, os poucos e feridos torcedores puderam, ao menos, ver São Marcos defender o que seria o terceiro gol da Ponte, num pênalti cobrado por Finazzi.

Ao menos, aquela defesa pôde amenizar, mesmo que pouco, o vexame ao qual foram convidados a assistir.

No sábado, foi selado o que para muitos já era distante: uma vaga na próxima fase do Paulistão.

Primeiro jogo da segunda fase da Copa do Brasil. Palmeiras e Paysandú.

Nesta quarta, o técnico Antônio Carlos Zago adotou o rodízio de jogadores, deixando no banco jogadores como Robert, Cleiton Xavier e Pierre. Os jogadores recém-chegados Ewerthon e Lincoln ganharam uma chance entre os titulares, assim como Márcio Araújo, já vinha apresentando um bom desempenho.

Embalado pela vitória sobre o Santos, no fim de semana, o Palmeiras começou bem a partida criando boas chances logo nos primeiros minutos de jogo. Por sua vez, o Paysandu, que disputa a terceira divisão do Campeonato Brasileiro, entrou em campo sem se intimidar com o Palmeiras, mostrando muita força em seus ataques. Entretanto, o Papão acabou deixando muitos espaços em campo. Num desses espaços, Éwerthon faz lindo passe para Lincoln que entrava pelo meio da zaga aos 12 minutos. Com muita tranqüilidade, o meia-atacante, se livra do goleiro e abre o placar.

Estou muito feliz pelo gol, foi uma jogada muito boa, eu vim de trás e consegui passar pelo goleiro.

Comenta Lincoln que fez sua primeira partida como titular.

Paysandu não se abateu continuou jogando forte no campo adversário. Trocando passes, Sandro Goiano, passou a atuar como armador e distribuía o jogo até que chegou ao gol de empate com Bruno Ragel, numa bela partida.  Vale ressaltar neste lance que, Márcio Araújo comete erro e perde a bola. Outro fato foi que novamente vimos uma enfiada de bola no meio da defesa passar. Lembro-me do jogo contra o Santos em que Neymar fez o gol em lance bem parecido.

E mais uma vez, a desordem se instala no Palmeiras. No ataque, Lenny e Éwerthon protagonizam cenas de discussão. Na defesa, Léo e Edinho sofriam com as chances de ataque do Paysandu que só não virou o jogo por falta de sorte e pontaria na finalização.

No segundo tempo, a equipe palmeirense volta marcando mais forte e pressionando. Logo nos primeiros 3 minutos, o lateral-direito Eduardo faz cruzamento na área da equipe adversária para Éwerthon, oportunista, fazer seu primeiro gol com a camisa alvi-verde. A bola sobrou na pequena área e ele só teve o trabalho de empurrar para as redes. Na comemoração, Éwerthon chama o colombiano Armero para comandar a festa nos passos do Armeration.

Após o segundo gol, o Palmeiras recuou muito a fim de chamar jogo e tentar se  aproveitar do contra ataque.  Antônio Carlos mexe no time, colocando Pierre, Cleiton Xavier e, mais tarde, Robert para aumentar o volume de jogo, mas, continuou sendo pressionado pelos paraenses.

Mesmo não tendo mostrado o futebol do confronto de domingo contra o Santos, o Palmeiras venceu o Paysandu por 2 a 1. Infelizmente, a equipe desperdiçou a chance de eliminar o jogo de volta, no dia 31 de março, pela segunda fase da Copa do Brasil.

Marcos foi bem substituído por Deola que fez ótima atuação, assim como o goleiro do Paysandu, Alexandre Fávaro. Ambos fizeram a diferença no jogo. Lincoln que fora muito criticado quanto a sua condição física atuou durante os 90 minutos. Éwerthon mostrou boa visão e oportunismo. Os dois parecem estar se entrosando muito bem em campo.

Importante é que conseguimos vencer, que era o nosso principal objetivo. – Lincoln.

O Paysandu mostrou ser uma boa equipe, mas alcançamos o resultado positivo. O gol foi importante porque dá tranquilidade ao Palmeiras para o jogo de volta. – Éwerthon.

O novo compromisso do Palmeiras é amanhã, pela 15.ª rodada do Campeonato Paulista. O time irá receber a Ponte Preta, às 17 horas, no Palestra Itália. Após três vitórias consecutivas, o elenco pede o apoio da torcida para lotar o estádio neste próximo jogo.

Posts mais antigos »

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.